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"Ela chorou. Eu não pude fazer nada. Estávamos a quilômetros. E foi a coisa mais triste que já me aconteceu." - Querido John
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"Primeiro chorei, senti medo e pena. Deu vontade de deitar, dormir três meses." - Caio F
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"A gente tem o direito de deixar o barco correr.
As coisas se arranjam, não é preciso empurrar com tanta força." - Clarice Lispector 
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"Caro amigo, é com lágrimas lúgubres que escrevo esta carta. Quiçá não compreendas, porém a morte me aguarda no fim do quarteirão na ponta direita da rua. Um narrador defunto? Deva-se a pergunta, logo eu mesmo lhe responda: Talvez a morte, de muitas vezes já apareceu ao meu encontro, hoje a vejo como uma amiga, cuja liberdade da conversa é boa, e eu não a de negar, o silencio é bom. Deve ser assim a morte: o silencio. Talvez interprete mal a palavra cuja me intrometo a usar, digo; o silencio em seus aspectos é um bom companheiro para pensar, usufruir um bom livro… E cá meu caro, em lembrar de livro, lembrei-me daquele seu livro cuja mostrou-me no ônibus, não lembro o nome, tampouco o que se referia. Se não me engano era um livro de auto-ajuda ou algo filosófico na qual lhe tirou aquele interesse de lê-lo. Achei interessante a sua motivação, de querer usufruir do gozo que lhe trazia ao ler cada palavra, que mesmo tão curtas elas, trazia um significado que tornava-o único. Livros são bons, e se caso exista alguém que discorde da minha afirmação, por favor, prove-me o contrário. É que está tudo desabando meu caro amigo, as pessoas precisam de uma pequena dose de realismo para enxergarem o que estão transformando este país. Cadê os leitores? Onde estão as pessoas nas feiras de livros e nas bibliotecas? Enquanto mais o tempo passa, são menos as pessoas que param um pouco do tempo para poderem pegar um livro e fazer este país andar mais um pouco pra frente, entretanto, são poucos os ouvidos que escutam as palavras. Por isso e outros motivos que prefiro o silencio, as pessoas escutam. Porém, um pouco de barulho é sempre bom na nossa vida; logo desperdicei minha vida toda no silencio, na calma, na paciência… E é assim que eu parto, com a curiosidade de poder ver as modificações literários que um futuro distante poderá trazer. Quiçá eu vá ao encontro, cuja igreja dá nome de reino dos céus, onde as almas descansam em paz. Porém prefiro acreditar que seja levado em um lugar onde ninguém, jamais pensou que existissem, um lugar diferente, que escritor nenhum conseguiu imaginar em descrever tal lugar. E assim eu vou meu amigo, e por favor, não chore, não desperdices tuas lágrimas com as palavras que mal sei deduzir, nos encontraremos futuramente, eu sei disso, estarei a lhe esperar sorrindo, seja lá onde eu estiver…" - Pedro Igor F. Carta para um amigo
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"Um dia desses num desses encontros casuais talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação." - Engenheiros do Hawaii
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"Vê se me pega,
Sorrindo ou cantando,
A noite esperando,
Ser mais que um homem só.
Vê se me prende em teus braços,
Amando,
Sorrindo, chorando,
O dia esperando,
Sonho meu nunca acordar." - Lubya H. 
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"Fortaleza, 20 de janeiro de 2008.Uma carta enviada ao passado para o amor da minha vida,

Não sei ao bem como começar, pois hoje presumo que seja seu aniversário de doze anos de idade, por favor, não se assuste com essa carta e nem estranhe o título, lhe imploro, a leia até o final, até a última virgula ou ponto! Meu anjinho como que você está? Sou a Dani, ainda me conhecerá, daqui a uns três anos, mas não me chamará pelo nome, por consequência acabará me chamando de linda, anjo, princesa, ou do que você quiser, porém principalmente de amor. Deve está se perguntando que esquisito escrever para o passado para não perder o futuro, e é o que eu estou fazendo, pode ser loucura, mas sei que irá ler, deve estar bastante curioso, mais ainda do que sempre foi. Meu amor, cuidado com as mentiras, elas acabam nos destruindo aos poucos, e esses restos fragmentados acabam se tornando cacos de vidros minúsculos dentro de nós, dói cabeça, dói os pés, dói até o coração. E o cérebro grita, grita por socorro, o cérebro é impulsivo meu bem, ele age pela razão, cuidado! Cuidado se um caco deste, de repente atinge o cérebro pode acontecer algo muito ruim que você já sabe muito bem o que é, ou ainda descobrirá, não sei. Cuidado com tua teimosia excessiva, ela ás vezes irrita bastante, irrita como quando retira sangue para exames médicos, aquela agulha na veia, aquela inquietação, incomoda, irrita bastante! E meu bem, suas tentativas de provar que está certo sempre serão em vão, pois eu mesmo estando errada quase sempre tenho razão. Escreva! Escreva sempre que quiser, sempre que puder, sempre que sentir necessidade! Escreva pra mim, diga que sou tua flor, diga que sou teu amor. Escreva, pois lhe dou a certeza que faz isso muito bem. Escreva para desabafar, não, não escreva, converse comigo, conte-me todos os teus segredos, e jamais esconda algo de mim. Faça-me sorrir, faça-me sorrir mesmo que ás vezes você pareça idiota, me faça sorrir, é bem melhor do que me fazer chorar, isso eu lhe garanto, pois quando as lágrimas descem o cérebro age, ele age e é pela razão como citei anteriormente. Não se gabe porque é bonito, sempre lhe chamarei de feio, o feio mais lindo, mais perfeito da face da terra. Sempre lhe chamarei de idiota, de meu idiota. Pois, meu bem, essa carta não passa de palavras amontoadas de amor e carinho, não passa de palavras de gratidão pela felicidade e amor que me da, essa carta não passa de dicas, dicas de como fazer nosso amor sobreviver, ou um verdadeiro ‘’bizu’’ para que não percamos o amor em meio a tantos detalhes, para que não percamos o amor em meio a tanta realidade ou em tantos sonhos.


Futura esposa,

" - Epicádio
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"gosto de risos brutos e amores escandalosos." - Camila M. Paiffer
/ past